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Carros Blindados

de Alta Qualidade, Pelo Melhor Preço!

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Roberto S.

Não Há Nada Como Se Sentir Seguro!

”Eu sou um empresário e sei o que é um serviço de qualidade e ótimo atendimento. Eu estou muito impressionado com todo o processo, e não há nada melhor do que se sentir seguro!”

Eu Com Certeza Recomendo A Todos Empreendedores

“Antes de tomar a decisão de ter o meu carro blindado, eu pensei muito com relação ao custo-benefício. E comparando com a segurança que você sente depois do trabalho eu posso dizer que vale MUITO a pena e eu com certeza eu recomendo a todos empreendedores.”

Viviane H.

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Blindagem Veicular Em São Paulo: Uma Necessidade Atual

A preocupação com a própria segurança pessoal têm levado diversas pessoas a optar por um veículo blindado. O que antes era restrito a militares em operação especiais e autoridades de alto escalão, torna-se cada vez mais presente na vida de cidadãos da classe média.
Noticiários mostram uma realidade de violência urbana implacável, desse modo, prevenir-se de ter o próprio veículo alvejado por criminosos é uma garantia de segurança para os dias atuais.

Especialistas alertam, no entanto, para que se observe a reputação de empresas que oferecem o serviço de blindagem automotiva, devendo desconfiar de valores muito abaixo do mercado ou prazos de entrega muito rápidos, já que se trata de um processo de grande complexidade.

A blindagem pode ocorrer em veículos usados, novos ou até mesmo vir com essa tecnologia de fábrica, em alguns casos. De modo geral, há um estudo sobre as condições gerais do veículo que será blindado, para que se realize o serviço de modo personalizado.
Composto por seis etapas, o processo de blindagem de veículos oferece diversos níveis de proteção, dependendo da necessidade que cada proprietário demanda de segurança e das autorizações legais vigentes no país. Confira todos os passos do processo de blindagem:

1- Medição:

É o início do processo, onde se mede a totalidade e as partes que compõem o veículo que receberá a blindagem. Todas as informações são minuciosamente analisadas por profissionais especializados e um projeto é elaborado com base nos dados colhidos. Há a digitalização da descrição de todas as fases necessárias, o que facilita o acompanhamento, por parte da equipe de trabalho envolvida, do desenrolar do trabalho solicitado.

2- Desmanche:

O carro é desmontado nessa etapa. Há a remoção de todos os vidros, além dos forros internos e bancos. Ocorre, também, o desligamento da parte elétrica do veículo. Todos os componentes removidos são posteriormente guardados em local adequado, até que se chegue o momento de se iniciar a etapa onde ocorre a remontagem do automóvel.

3- Revestimento:

Conhecida por seu poder em redistribuir, em diversas direções, impactos projetados sobre ela, a Aramida é um material de natureza especial empregado na blindagem veicular. Nove camadas do material em questão são necessárias para que se considere que de fato há a blindagem. As portas, o teto, a parte traseira do retrovisor, as maçanetas, a caixa de rodas e o porta-malas são os locais que recebem o revestimento.

4- Reforço estratégico do revestimento:

Nesta etapa, há o recobrimento de algumas áreas potencialmente mais vulneráveis. Na junção das portas com os vidros, para-brisas, vigia e nas colunas das portas sobrepõe-se uma camada de aço, pois nesse caso, a Aramida não seria mecanicamente viável. As rodas também são recobertas internamente com aço, a fim de que, caso o pneu seja atingido por algum projétil, ainda possa continuar rodando, facilitando uma retirada segura do local perigoso.

5- Revestimento dos vidros:

São intercaladas camadas de vidro e dois tipos de polímero, em geral tratam-se de poliuretano e policarbonato. A substituição do vidro convencional por essa nova combinação de materiais não afeta a capacidade de visibilidade do motorista, havendo, ainda, a possibilidade de os novos vidros serem removíveis ou fixos.

6- Remontagem:

As partes inicialmente removidas são recolocadas em seus locais originais. O veículo costuma ficar um pouco mais pesado com o processo, o que requer algumas alterações nos mecanismos de suspensão.

 

Níveis de blindagem:

No Brasil, o Ministério da Defesa delega ao Exército a responsabilidade em dirimir as regras que regulamentam a blindagem de veículos. Há a chamada tabela balística, que define os níveis de proteção existentes, de modo a mostrar que intensidade cada um é capaz de suportar quando atingido por tiros.
No país, é possível que se realize blindagem sem solicitação de autorização do governo até o nível III-A. Algumas autoridades, no entanto, optam pelo nível III, pois contam com aval favorável do exército. Em casos específicos de civis com elevado poder aquisitivo que possuam cargos com potencial para despertar o interesse de criminosos, é autorizado que se blindem seus veículos, como ocorre, por exemplo, com alguns banqueiros.
A tabela balística fornece informações técnicas e, para torná-las mais claras, listamos as principais informações descritas em cada um dos níveis:

Nível I:

Quem opta por blindar um veículo no nível I, categoria mais básica de proteção existente, está livre dos perigos de um ataque por tiros de armas como .22 LRHV e .38 Special RN, ambas municiadas por chumbo, suportando uma carga de 133 a 342 joules de energia empregada.

Nível II-A:

Nesse nível, os passageiros estão livres dos estragos causados pelas armas 9FMJ e .357 Magnum JSP, já que há uma resistência que pode variar de 441 a 740 joules de energia cinética.

Nível II:

Nessa categoria, ocorre um aumento da capacidade de proteção para as mesmas armas citadas anteriormente. Embora ainda não seja o modo mais seguro de se ver livre dos perigos que as ruas oferecem, trata-se de algo que funciona de maneira eficiente, cumprindo com sucesso o que promete, pois consegue aguentar de 513 a 921 joules, em caso de um ataque.

Nível III-A:

É o predileto por quem procura um veículo com blindagem, pois conta com o emprego de tecnologia que permite um alto grau de proteção, sem que seja necessário qualquer tipo de autorização especial por parte do Exército. Ou seja, não há a necessidade de processos amplamente burocráticos para sua implantação. Suporta entre 726 e 1411 joules de energia exercida por impacto de disparos realizados por armas como 9FMJ e .44 Magnum SWC.

Nível III:

Confere alto grau de proteção e tolera até mesmo tiros de AR-15, sendo seu uso restrito pelo exército. Mediante solicitação própria, algumas pessoas conseguem a devida autorização para realizar e trafegar com essa categoria de blindagem. Há segurança contra disparos de outras armas de grosso calibre, como a .308 Winchester, pois tolera uma carga de energia de até 3406 joules.

Nível IV:

A realização desse tipo de blindagem é proibida em território nacional. Disparos realizados por metralhadoras de uso exclusivo do exército americano seriam tolerados, tamanha sua capacidade de suportar altíssimos impactos de até 4068 joules.

Componentes utilizados na blindagem veicular:

Material opaco: A Aramida é a grande protagonista dos processos de blindagem. Tamanho sucesso deve-se ao fato de proporcionar um elevado nível de proteção balística, mesmo se tratando de um tipo de tecido. Sua aplicação não se restringe aos automóveis blindados, sendo largamente empregada na confecção de coletes à prova de bala, equipamentos e roupas para esquiadores, entre outras.

Sua composição permite que haja um perfeito ajustamento quando sobreposta sobre algum tipo de superfície. Por ser bastante leve, é considerada um material muito vantajoso, sobretudo por não afetar de forma muito intensa, a potência do carro, como ocorria com os materiais empregados no passado.

A ação do tempo sobre os componentes utilizados nesses processos sempre foi um motivo de preocupação para quem possuía um veículo blindado, tornando-se necessário um cuidado maior com o automóvel, tolhendo, em parte, planos mais arriscados de viagem, o que não ocorre com a utilização da Aramida. Outra vantagem observada trata da ausência de comprometimento do carro em virtude da umidade, fenômeno comum em regiões onde há praias ou clima quente e úmido.

A colocação do material responsável pela blindagem forma uma espécie de caixa, chamada de habitáculo, responsável por resguardar os ocupantes do carro de um possível ataque criminoso. Nesse mecanismo, ocorre a aplicação do chamado material opaco, que efetiva a blindagem das partes da lataria, por exemplo. Estudos afirmam que o nível de proteção pode suportar até cinco disparos sobre o mesmo local, sem que haja comprometimento do serviço realizado.

Aço:
Em décadas passadas, o aço era empregado onde atualmente se utiliza a Aramida. A proteção conferida era satisfatória, porém algumas desvantagens fizeram com que o mercado optasse por um material diferente.

Além da rigidez por suas propriedades físicas, o aço tornava o veículo bastante pesado, comprometendo seu desempenho. O desgaste em função do tempo de utilização era outro fator que não animava muitas pessoas a optar pela blindagem.
Nos dias atuais, ainda há o emprego do aço, mas seu uso fica restrito apenas a algumas poucas partes do carro, sobretudo as que oferecem grande vulnerabilidade de ataques, como as junções dos vidros com a lataria, por exemplo.

Material transparente:
Os vidros recebem especial atenção, por se tratarem de áreas que carregam bastante visibilidade e, portanto, uma consequente vulnerabilidade. Camadas de lâmina de cristal são sobrepostas a outras de polivinil butiral e uma espécie de plástico de resistência muito acentuada. Dessa maneira, formam uma espécie de “sanduíche”. É importante observar que, quando se opta por um vidro dessa natureza, deve-se saber que não há distorção visual, uma vez que os itens empregados são de extrema transparência, apesar de várias camadas serem utilizadas.

Prazos, manutenções e validade das blindagens:

Para que um veículo seja completamente blindado, em geral o processo costuma levar até 45 dias. Este prazo costuma ser variável por conta de diversos fatores, tais como o nível escolhido, porte do veículo e até mesmo a forma como a equipe realizará o serviço.
Os cuidados com veículos blindados não costumam demandar muito tempo de seus proprietários, o que torna a blindagem algo bastante prático. Algumas posturas, entretanto, devem ser adotadas para que haja uma maior durabilidade do serviço realizado, o que favorecerá, também, a segurança desejada.

É importante que todas as manutenções programadas pela empresa que realizou a blindagem sejam realizadas no prazo estabelecido. Dessa maneira, caso haja algum ajuste a ser feito, este poderá ser brevemente sanado.
No que se refere aos prazos de garantia, estes podem variar de 3 a 5 anos, dependendo do tipo de veículo e de qual tipo de blindagem foi adotada.

Os vidros costumam ser mais vulneráveis aos danos. Para melhor conservá-los, é importante que se evite bater as portas quando esses estiverem abaixados. Quando o carro ficar muitas horas exposto ao sol, deve-se esperar até que os vidros esfriem para lavá-los com água fria, a fim de evitar que a ação do choque-térmico os prejudique.

O sol costuma ser um grande vilão de vidros blindados, sendo imprescindível que o automóvel não passe muito tempo sob sua ação, pois os raios ultravioleta e o calor solar podem causar um processo chamado de delaminação. Como há a sobreposição de várias camadas de diferentes materiais, pode haver o descolamento de algumas delas. Mesmo sendo um processo reversível, é algo que demanda algum tempo para ser solucionado, já que o processo de conserto é semelhante ao de fabricação original dos vidros.

Com a delaminação, há uma redução do nível de segurança oferecido, que ocorre de forma gradual. Em situações de danos extremos, alguns vidros suportariam apenas o impacto de 1 disparo e não mais os 5 que se espera.

Regularização de veículos blindados:

O carro blindado é considerado um automóvel modificado e, portanto, especial. O Brasil possui uma legislação própria para controlar tais veículos, além de fiscalizar as empresas blindadoras.

É importante procurar uma empresa de caráter idôneo, pois do contrário, além de não ter a garantia de segurança nos serviços, corre-se o risco de não se conseguir realizar a posterior legalização do veículo.

Uma blindadora séria solicita documentos pessoais e certidões criminais negativas, a fim de se evitar o favorecimento de pessoas mal intencionadas.

A realização da blindagem deve ser autorizada pela Região Militar mais próxima do local onde o proprietário reside, que encaminhará os dados à Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados, ao DENATRAN e posteriormente ao órgão de trânsito de caráter estadual. O INMETRO realizará vistoria própria, tão logo ocorra a blindagem.

A Polícia Civil deverá ser informada da realização de todos os trâmites e, caso todos os passos burocráticos tenham sido cumpridos de forma correta, o órgão encaminhará ao Departamento de Produtos Controlados, a informação de existência do novo carro blindado.
Por fim, o proprietário deverá cuidar da modificação dos documentos do carro, mas todos os trâmites podem ser realizados por um despachante, o que poderá constituir um meio mais prático de se obter a devida regularização. Terminados todos os processos, é hora de se desfrutar da tranquilidade de um veículo blindado, seguro e em dia com a justiça.

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